segunda-feira, 4 de março de 2013

INFORMATIVO AOS PAIS

Srs Pais ou Responsáveis

Informamos que nesta semana haverá a 1ª reunião de pais com os professores.
Sua presença é muito importante, pois estaremos tratando sobre a vida escolar de seu (a) filho (a).
Atenção às datas:

3ª-feira – 05 de março – 3º anos, às 14h


4ª-feira – 06 de março – 7º anos, às 8h
                                       4º anos, às 14h

5ª-feira – 07 de março – 7ª séries, às 8h
                                       5º anos, às 14h

6ª-feira – 08 de março – 8ª séries, às 8h
                                       6º anos, às 14h


Contamos com a presença de todos!!

A direção

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Informática na Educação



Introdução 
Com o avanço da tecnologia nas últimas décadas, principalmente dos computadores, discuti-se cada vez mais a utilização de recursos da informática na educação. 
Aplicação dos recursos de informática na educação 
Muitas escolas do Brasil já possuem um laboratório de informática com acesso à Internet, softwares educacionais e programas básicos (editores de texto, programas de edição de imagens e apresentações, planilhas de cálculo, etc). Porém, basta ter os recursos? Como utilizá-los de maneira a garantir o desenvolvimento do aluno? Estas são apenas algumas questões levantadas por educadores brasileiros.

Em primeiro lugar, temos que partir do princípio de que o computador é apenas uma ferramenta. Sozinho, não é capaz de trazer avanços educacionais. Uma escola que resolve utilizá-lo como recurso didático necessita de bons professores, preparados e treinados, para utilizar os recursos oferecidos por este sistema tecnológico de forma significativa.

Colocar qualquer software para os alunos usarem não gera aprendizado. É importante que a escola tenha um projeto pedagógico que envolva a utilização do computador e seus recursos. O aluno não pode ser um mero digitador, mas sim, ser estimulado a produzir conhecimentos com o uso do computador. Neste sentido, o professor deve agir como um orientador do projeto que está sendo desenvolvido.

O uso da Internet também é um caso importante. De nada adianta pedir para um aluno fazer uma pesquisa na Internet sem as devidas orientações. Cabe ao professor instruir os alunos para que estes não façam simples cópias de textos encontrados em sites. Apenas copiando, os alunos não vão aprender. As orientações devem ser no sentido de como elaborar uma pesquisa, como encontrar sites confiáveis, como gerar conhecimentos com o material pesquisado, etc.

Outro ponto importante é o incentivo à criação. O aluno não deve ser colocado de forma passiva diante do computador. As ferramentas tecnológicas devem servir de base para a criação. Uma planilha de cálculos, por exemplo, pode ser usada para um trabalho de Matemática com dados estatísticos, criando fórmulas e gerando gráficos. Um editor de textos pode ser usado para a criação de um jornal com notícias e informações sobre o conteúdo de uma disciplina. Um programa de apresentação (PowerPoint) apresenta inúmeras possibilidades na elaboração de aulas com imagens, sons e outros elementos multimídia.

O importante ao utilizarmos recursos de informática na sala de aula, é não transformar a máquina na principal figura educacional. Professores e alunos devem assumir o papel de principais personagens e usar criatividade, raciocínio e atitudes ativas para a produção do conhecimento. Somente desta forma, o aluno estará se preparando para o mercado de trabalho e para a vida.

Fonte:
http://www.suapesquisa.com/educacaoesportes/informatica_educacao.htm

Por Gustavo Di Clemente

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Outubro Rosa chega às creches e alerta mães sobre prevenção contra câncer de mama


As creches de Itanhaém vestiram a camisa para entrar no clima de Outubro Rosa até o final do mês. Sensibilizar mães sobre a importância do exame preventivo para o câncer de mama e colo de útero está mobilizando professores e educadores de diferentes partes do Município. Muitos aproveitam o momento para promover ações de apoio à campanha com atividades que chame a atenção da mulher na luta contra o câncer.
Na creche Suarão II, os funcionários usam até o final do mês roupas e aventais na cor rosa com frases de reflexão e apoio à mulher para que ela se preocupe com a saúde. Nas salas, as crianças cortam, desenham e pintam as atividades de conscientização sobre a causa. Enfeites, cantoria e bexigas fazem alusão à campanha que está espalhando mensagens carinhosas por todos os cantos, inclusive na entrada da unidade com um grande laço.
Indagada sobre como os alunos poderão transmitir a mensagem nos lares, a coordenadora Gislaine Ferazo Braz tem a resposta na ponta da língua. “As crianças são novas e por isso ainda não entendem a gravidade do assunto. Mesmo assim, a campanha já surtiu efeito. As mães vieram me contar que os filhos estão perguntando se elas estão bem, se sentem dor e como está a saúde. Isso acaba chamando a atenção delas para o exame”.     
Ela ainda conta que este é o primeiro ano que leva a campanha para dentro da unidade. Para o ano vem, em outubro, o mês integrará o calendário oficial. “Estou muito feliz com o resultado. Na entrada da creche você já consegue visualizar o cartaz rosa. O interessante é que muitas mães que não faziam o exame há anos vieram até mim para dizer que farão o preventivo”.
A campanha está mobilizando as creches desde o dia 2 de outubro e visa chamar a atenção da mulher para a prevenção e os cuidados contra o câncer de mama e colo de útero. Fica a critério de cada creche criar e elaborar as atividades justamente porque são os educadores que estão em contato direto com as mães.
Emocionada, Luciana Amarante Duzzi Garcia, que é mãe da pequena Ana Clara Amarante Garcia, de 5 anos, conta que a ação a deixou sensibilizada. “Fiquei tocada. Isso porque minha filha me perguntou em casa como eu estava e se ia passar ao médico. A preocupação dela me deixou emocionada”, conta.
Na creche São José II, no bairro Anchieta, funcionários também entraram no clima de Outubro Rosa. No início do mês, a equipe trouxe para a escola a palestra de um enfermeiro da Unidade de Saúde da Família do Oásis. Além disso, as crianças confeccionaram cartazes e broches.
A coordenadora da unidade, Ângela Zanella F. Charif, acredita que o evento ajudou a conscientizar muitas pessoas. “As mães elogiaram a ação. Teve mãe que nunca fez o exame e por causa dessa atividade, ela fará. Todas as sextas-feiras do mês de outubro uma atividade em prol da campanha acontecerá na unidade”, ressalta.  
CAMINHADA OUTUBRO ROSA – No próximo sábado (20), às 9 horas, a Secretaria de Saúde, junto com a Secretaria de Educação, Cultura e Esportes, e a Avon realizará uma caminhada em prol da campanha Outubro Rosa. Os participantes partirão da Praça Benedito Calixto, no Centro, até o Centro Especializado na Saúde da Criança e da Mulher (Cescrim Paula Vegas), no Jardim Mosteiro.
Vale ressaltar que os 100 primeiros ganharão camiseta. Qualquer pessoa pode participar. Basta comparecer ao local conforme horário acima e de preferência com uma peça de roupa rosa.

Fonte:     http://www.itanhaem.sp.gov.br/noticias/2012/outubro/outubro_rosa_chega_creches_alerta_maes_sobre_prevencao_contra_cancer_mama.html

Y.B

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Edição 2012 do Prêmio Professores do Brasil recebe inscrições até dia 27 de outubro


Estão abertas até o dia 27 de outubro, as inscrições para o 6º Prêmio Professores do Brasil. A iniciativa do Ministério da Educação foi instituída pela  Secretaria de Educação Básica (SEB) para valorizar práticas pedagógicas bem-sucedidas, criativas e inovadoras nas redes públicas de ensino.
MECOs autores das experiências selecionadas, independentemente de região e da categoria, receberão R$ 7 mil, além de troféu e certificados expedidos pelas instituições parceirasAmpliar
  • Os autores das experiências selecionadas, independentemente de região e da categoria, receberão R$ 7 mil, além de troféu e certificados expedidos pelas instituições parceiras
Este ano, foi criada uma segunda categoria, sobre temas específicos, além da já conhecida, de temas livres.
A de temas livres é subdividida nas áreas de educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental, anos finais e ensino médio.
Já o novo módulo conterá projetos de educação integral ou integrada, ciências para os anos iniciais, alfabetização nos anos iniciais e educação digital, articulada ao desenvolvimento do currículo. 
Cada categoria terá até quatro professores premiados em cada uma das subcategorias. Os autores das experiências selecionadas pela comissão julgadora nacional, independentemente de região e da categoria, receberão R$ 7 mil, além de troféu e certificados expedidos pelas instituições parceiras. 
A função do prêmio é resgatar e valorizar o papel dos professores como agentes fundamentais no processo formativo das novas gerações. A iniciativa serve como estímulo para os professores inscritos e também como exemplo para outros profissionais.
Nas edições passadas, os inscritos precisavam apresentar projetos ou atividades concluídos no fim do ano anterior ao da inscrição. Este ano, serão válidas experiências realizadas até a data da abertura das inscrições. Ou seja, até a última segunda-feira, 1º de outubro.
PrêmioO Prêmio Professores do Brasil foi instituído em 2005. Até a segunda edição, premiava professores da educação infantil e séries-anos iniciais do ensino fundamental. A partir da terceira edição, estendeu-se a todas as etapas da educação básica — educação infantil, anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio. 
As inscrições para a sexta edição devem ser feitas na página do prêmio. Nela, o professor também encontra informações relevantes e o regulamento.


Fonte:
http://www.brasil.gov.br/noticias/arquivos/2012/10/03/edicao-2012-do-premio-professores-do-brasil-recebe-inscricoes-ate-dia-27-de-outubro


Por G.D.C.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Onde votar?


Zona Eleitoral Leonor Mendes Barros 1 é transferida para unidade 2

Os eleitores que votam na escola E.M. Leonor Mendes Barros 1, No jardim Mosteiro, vão passar a votar na unidade 2, no Centro, a partir da eleições municipais deste ano, marcadas para acontecer no dia 7 de outubro.

A unidade Leonor Mendes Barros 2 fica na Avenida João Batista Leal, 241, no centro.
O Telefone é (13)  3426-5826.

Tenha um ótimo dia !

Ass:. YB

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Jogos eletrônicos podem auxiliar nos estudos, mas não devem ser muito didáticos

Por: Suellen Smosinski
Do UOL, em São Paulo

Jogos para videogames, computadores e celulares podem auxiliar no processo de aprendizagem escolar, mas devem evitar o tom muito didático, pois isso pode afastar o interesse dos alunos. “Os jogos comerciais oferecem um cenário muito interessante para a construção de aprendizagem, mas se a tentativa é usar os jogos só para ensinar ele vira uma coisa chata. O aluno joga uma vez e não joga mais”, afirmou Luciano Meira, professor de psicologia da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e colaborador da OJE (Olimpíada de Jogos Digitais e Educação).
Meira acredita que o uso dos jogos serve para iniciar conversações entre alunos e entre alunos e professores sobre conteúdos da escola. Ele cita como exemplo os jogos desenvolvidos pela OJE, que usam a mecânica clássica dos games, mas com temáticas relacionadas aos estudos. “Os meninos adoram jogos de tiro, é uma mecânica clássica. Nós temos um jogo de tiro, mas, no nosso caso, a gente não atira nem em zumbi, atiramos em bactérias que estão atacando e destruindo o corpo humano. É um jogo de guerra, só que dentro do organismo. O aluno faz uma imersão pelos sistemas, como o circulatório e o nervoso, e isso inspira e familiariza o estudante com imagens da representação científica”, contou Meira.

Angry Birds (http://www.angrybirds.com/): "O megassucesso "Angry Birds" virou moda entre professores de física", de acordo com Gilson Schwartz, professor da USP (Universidade de São Paulo) e diretor da Games for Change na América Latina. No jogo, pássaros são lançados contra porcos com o uso de um estilingue - a intenção é eliminar todos os porcos. O último lançamento do jogo foi o Angry Birds Space, em que a gravidade e a atmosfera dos planetas alteram a jogabilidade.
“Há uma infinidade de jogos que testam memória e outras competências cognitivas, portanto ajudam a desenvolver o cérebro como se estivéssemos numa academia. Ou seja, não só existem jogos desenhados para ajudar em processos de ensino e aprendizagem como alguns títulos aparentemente fora do universo educacional podem ser criativamente adotados por professores e alunos”, disse Gilson Schwartz, professor da USP (Universidade de São Paulo) e diretor da Games for Change na América Latina.
Para Schwartz, o principal desafio no uso dos games nos processos educacionais é superar três preconceitos: que os jogos alienam, que incitam a violência ou a competição exagerada e que são apenas brincadeira, ou seja, coisa para a hora do ‘recreio’. “Os games na educação vão ganhar importância na medida em que essas visões forem abandonadas, ou pelo menos contextualizadas, aplicadas em casos concretos onde efetivamente podem existir esses riscos”, afirmou.
Segundo Schwartz, “o uso dos games surge na medida em que percebemos o potencial de recorrer às novas tecnologias para desenvolver práticas pedagógicas capazes de combinar o pensar, o fazer (em especial, fazer novos games) e o brincar”. Para ele, a reflexão sobre ensino e tecnologia tornou-se absolutamente prioritária, mesmo entre aqueles que são contra o uso de computadores, celulares ou tablets em sala de aula ou no processo de aprendizagem.


Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/08/24/jogos-eletronicos-podem-auxiliar-nos-estudos-mas-nao-devem-ser-muito-didaticos.htm

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Dicas de Educação

O que fazer quando os conflitos familiares se convertem numa constante e explodem por qualquer motivo? Como assumir e expressar raiva, medo, frustração ou tristeza, sem ter a impressão de colocar em risco o amor e a confiança? Como formar e educar as crianças sem recorrer ao castigo físico?

A resposta está em utilizar estratégias educativas que não utilizam a violência física e psicológica e que promovem o desenvolvimento físico, emocional e social dos filhos e filhas de forma saudável e participativa, o que chamamos de estratégias de educação positiva.

Educar não é nada fácil. Depois de um dia inteiro de problemas, mães e pais chegam em casa e precisam cuidar dos filhos. E as crianças querem atenção, nem sempre obedecem e pedem tudo. É muita pressão.

Nessa hora a palmada ou um tapinha de leve parecem uma boa ideia. Sem que a criança entenda direito, os mesmos pais que dão comida e beijinho de boa noite, de vez em quando aparecem com o chinelo na mão. Para não apanhar, as crianças passam a preferir a distância e o silêncio. Mentem para evitar brigas e escondem seus erros. Aos poucos, quase nada se resolve sem gritos ou ameaças. E o resultado disso é que as crianças, ao invés de respeitar os pais, ficam com medo deles.

Muitos pais apelam para a violência porque é comum acreditar que é a melhor forma de manter a autoridade e de proteger os filhos. Antigamente se achava que castigos físicos e humilhantes faziam parte da educação. Hoje, se sabe que não é bem assim. Existem formas carinhosas de educar que dão resultado. Reunimos aqui algumas dicas de educação que você pode aliar a estratégias específicas de educação positiva, para garantir ao seu filho um desenvolvimento pacífico, feliz e livre de violência.

1. Se acalme – Respire fundo antes de chamar a atenção de seu filho ou filha. Evite discutir os problemas enquanto estiver com raiva, porque nesses momentos podemos dizer coisas inadequadas para a aprendizagem das crianças, que podem magoá-las tanto quanto nos magoariam se fossem dirigidas a nós.

2. Sempre tente conversar com as crianças, mantendo abertos os canais de comunicação – Entender porque algo está acontecendo ao conversar com a criança é o primeiro passo para encontrarem a solução juntos.

3. Seja o exemplo - É preciso que você mantenha um comportamento que possa ser seguido pela criança. Por exemplo, beber suco diretamente da garrafa irá ensiná-lo que esse é um comportamento adequado. Assim como falar mal das pessoas depois de encontrá-las. Seu filho aprenderá muito mais com o seu exemplo do que com o que você diz a ele sobre o que é certo ou errado.

Isso vale também para os pequenos atos de higiene do cotidiano: escovar os dentes, lavar as mãos antes de comer, etc. É mais fácil para a criança criar e manter essa rotina se você também a realiza.

4. Jamais recorra a tapas, insultos ou palavrões – Como adultos não queremos ser tratados assim quando cometemos um erro. Então não devemos agir assim com nossos filhos. Devemos tratá-los da maneira respeitosa como esperamos ser tratados por nossos colegas, amigos ou pessoas da família, quando nos equivocamos. Precisamos compreender que as crianças são seres humanos como nós adultos.

5. Não deixe que a raiva ou o stress acumulados por outras razões se manifestem nas discussões com seus filhos – Seja justo e não espere que as crianças se responsabilizem por coisas que não lhes dizem respeito.

6. Converse sentado, somente com os envolvidos na discussão – Isso contribui para uma melhor comunicação. Mantenha a calma e um tom de voz baixo, segure as mãos enquanto conversam. Ocontato físico afetuoso ajuda a gerar maior confiança entre pais e filhos e acalma as crianças.

7. Considere as opiniões e ideias dos seus filhos – Muitas vezes as explicações sobre o ocorrido não são nem escutadas pelos pais. É importante ouvir o que as crianças têm a dizer. Tome decisões junto com eles, comprometendo-os com os resultados esperados. Se o acordo funcionar, dê parabéns. Se não funcionar, avaliem juntos o que aconteceu para melhorarem da próxima vez. A conversa é fundamental.

8. Valorize e elogie as atitudes positivas – Ela colocou a roupa suja no cesto de roupas, fez um desenho para você, amarrou o calçado sozinha ou colocou no lugar algo que você pediu? Elogie. Todas essas pequenas coisas são frutos de um esforço da criança, e o elogio é um estímulo.

9. Busque expressar de forma clara quais são os comportamentos que não gosta e te aborrecem – Explique o motivo de suas decisões e ajude as crianças a entendê-las e cumpri-las. As regras precisam ser claras e coerentes para que as crianças possam assimilá-las.

10. “Prevenir é melhor do que remediar, sempre” - Criar espaços de diálogo com as crianças desde pequenos colabora para que dúvidas e problemas sejam solucionados antes dos conflitos. Integrá-las nas atividades do dia a dia evita que tentem chamar a atenção de outras formas.

Se precisa fazer compras e terá que levar seu filho pequeno, você pode deixá-lo ajudar nas compras, conversando com ele sobre o que está comprando. Peça para ele falar o que acha de um determinado produto. Se for uma criança mais velha, ela pode ter maior mobilidade e ir pegar outros produtos enquanto você está em outro setor do supermercado.

11. Peça desculpas, todos erramos – Caso tenha errado e se arrependido, peça desculpas às crianças. Elas aprendem mais com os exemplos que vivenciam do que com os nossos discursos.

12. Procure compreender a criança e saber o que esperar dela – Uma criança de um ano e meio já consegue se alimentar sozinha e este é um comportamento que deve ser estimulado pelos pais e educadores. Mas é preciso paciência e, ao invés de se irritarem com a possível “lambança” que a criança irá fazer, estimule-a a se alimentar por conta própria. Plástico ou jornais embaixo da cadeira que a criança está comendo torna mais fácil a limpeza do local depois da refeição.

13. Deixe as consequências naturais do comportamento inadequado acontecerem ou aplique consequências lógicas – Consequência natural: a criança está brincando de maneira violenta com seus brinquedos. Você a avisa que ele pode se quebrar, mas ela continua a brincar da mesma maneira até que ele finalmente se quebra. Logo em seguida ela pede para você comprar outro. Neste momento, você deve relembrá-la do aviso que lhe foi oferecido e negociar com ela esta nova compra.

Consequência lógica: a criança não cumpre com o que foi acordado com os pais sobre xingar os irmãos. Ela, então, ficará no “cantinho do castigo” o tempo adequado para a sua idade.

Importante: consequências são diferentes de punições. Estas últimas machucam as crianças, física e emocionalmente, deixando-as com raiva, inseguras e tristes. Já as consequências ensinam. Mas é preciso ter cuidado para não submeter a criança a situações de perigo.

Fonte: www.naobataeduque.org.br/problemas/dicas-de-educacao